
Ultimamente tenho pensado sobre como podemos aproveitar melhor a vida. Díficil?! Não... imagina!
Acho que passamos mais tempo querendo coisas que realizando. Lastimando que agradecendo. Pedindo que reconhecendo... e por ai vai uma série de posturas que, se assumissemos, facilitaria nossa percepção do que é de fato "estar bem".
Confudir felicidade com alegria é fruto dessa falta de percepção... esclarecendo: Alegria - Estado ou condição de alegre; Felicidade - Essência existencia traduzida no conjunto de estados [alegria, contentamento, êxito, sucesso].
Outro dia numa palestra uma senhora disse: "para percebemos o quanto somos felizes, basta pararmos um pouco e olhar para os problemas alheios"... traduzindo: nos queixamos porque não temos sapatos novos, quantos não têm pés?... nos queixamos por não ter que um amor, esquecemos da nossa mãe, do pai, da familia, dos amigos... quantos estão sós?!...
Resumindo, deixamos há muito de apreciar a vida. E como diria um psicopata num filme que vi na última sexta: "Quem não aprecia a vida, não merece viver". Eis a justificativa pela qual ele tirava a vida das pessoas... bem plausível a teoria dele, né?! [vamos abstrair o fato de que se tratava de um louco]
É isso... palavra de ordem hoje: olhar. Vamos perceber as coisas pelo que elas têm de bom. Sim, sempre há algo de bom, mesmo quando não parece. Quem sabe assim paremos um pouco de reclamar da vida e passemos a apreciá-la.
V.L.
FOTO: Vinícius Lírio [sim eu que tirei]. Queimadas/Bahia. Acampamento. Casa onde minha mãe viveu na infância e adolescência, fases em que talvez melhor tenha apreciado à vida!



